Howard Gardner, psicólogo cognitivo e educacional americano, propõe a Teoria das Inteligências Múltiplas (Gardner, 1995) como uma alternativa para a visão universalista da inteligência, descrita como uma capacidade inata e única, que permite aos indivíduos um desempenho geral em qualquer área da atuação humana. A perspectiva da pluralidade da mente sugere que a competência cognitiva humana é descrita como um conjunto de capacidades, talentos ou habilidades mentais, chamadas de inteligências. Todos os indivíduos normais possuem cada uma dessas capacidades em certa medida; os indivíduos
diferem no grau da capacidade e em sua combinação.
Sendo assim, Gardner define a inteligência como a capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos importantes em um determinado ambiente ou comunidade cultural. As competências cognitivas foram identificadas em oito inteligências, de acordo com critérios previamente selecionados. Em um primeiro momento, sete inteligências foram identificadas (Gardner, 1994): musical, corporal-cinestésica, lógico-matemática, linguística, espacial, interpessoal e intrapessoal. Anos depois, Gardner (2001) acrescentou a oitava inteligência, a naturalista.
GARDNER, Howard. (1994). Estruturas da Mente: A Teoria das Inteligências Múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas.
GARDNER, Howard. (1995) Inteligências Múltiplas: A Teoria na Prática. Porto Alegre: Artes Médicas.
GARDNER, Howard. (2001) Inteligência: Um Conceito Reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva. Páginas 01-93.

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